Na terapia, a sinceridade é essencial para que o processo funcione de verdade. Muitos pacientes, por medo de julgamento ou de desagradar o terapeuta, acabam se comportando como se estivessem em uma “entrevista de emprego”, dizem o que acham certo, e não o que realmente pensam ou sentem.
Esse comportamento impede que questões profundas venham à tona. A cura só acontece quando temos coragem de olhar para nossas sombras, aqueles aspectos internos que evitamos ou negamos. Sem essa honestidade, o terapeuta não consegue acessar os verdadeiros conflitos e trabalhar de forma eficaz.
A terapia é um espaço seguro para ser autêntico. Não é preciso agradar ou parecer forte o tempo todo. Quando o paciente se permite ser verdadeiro, mesmo com suas dores e contradições, o processo se torna mais leve, transformador e libertador.
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