Efeito das doenças autoimunes na fertilidade e gestação
- Na fertilidade
- Inflamação crônica: Pode afetar os ovários, útero e espermatozoides, dificultando a concepção.
- Alterações hormonais: Algumas doenças autoimunes afetam a regulação hormonal (ex: tireoidite de Hashimoto), impactando o ciclo menstrual e a ovulação.
- Falhas de implantação: O sistema imune pode atacar o embrião, interpretando-o como um “corpo estranho”.
- Na gestação
- Maior risco de abortamento espontâneo: Especialmente em casos de lúpus eritematoso sistêmico ou síndrome do anticorpo antifosfolípide.
- Complicações gestacionais: Pré-eclâmpsia, restrição de crescimento intrauterino e parto prematuro são mais comuns.
- Transmissão de autoanticorpos: Em alguns casos, anticorpos maternos podem atravessar a placenta e afetar o bebê (ex: lúpus neonatal).
- Necessidade de acompanhamento especializado: Obstetra de alto risco + reumatologista/imunologista.
- Aspecto psicológico
- Mulheres com doenças autoimunes podem sentir ansiedade, medo de perder o bebê ou culpa por possíveis riscos.
- Apoio psicológico é fundamental para reduzir estresse, que pode piorar a resposta inflamatória.
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