No caso da doação de óvulos, não existe um limite fixo de quantos bebês uma única doadora pode gerar, mas existem regras legais e éticas que variam de país para país.
Alguns pontos importantes:
- Regulamentação legal
- Em muitos países europeus (como Espanha e Portugal), há um limite de 6 crianças nascidas vivas de uma mesma doadora.
- Esse limite é para evitar consanguinidade (meios-irmãos biológicos se encontrarem sem saber).
- No Brasil, o Conselho Federal de Medicina também orienta que não ultrapasse 2 famílias receptoras por doadora.
- Na prática
- Uma doadora pode doar óvulos várias vezes, mas os bancos de gametas controlam para que não ultrapasse o limite de crianças.
- Normalmente, uma única estimulação ovariana pode gerar vários óvulos, que podem resultar em vários embriões e, consequentemente, em mais de uma gestação.
- Aspecto biológico
- Não há limite biológico rígido, uma doadora pode gerar dezenas de óvulos ao longo da vida, mas o limite imposto é social e ético.
Portanto, uma doadora pode sim contribuir para o nascimento de vários bebês, mas o número costuma ser limitado por lei em cerca de 6 crianças no total.
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