O programa de musicoterapia para embriões foi pioneiro em 2013 pelo Institut Marquès sendo apresentado no congresso da European Society for Reproduction (ESHRE) em Londres. A inovação baseia-se na aplicação de microvibrações musicais nas incubadoras de embriões onde os óvulos permanecem antes de serem fertilizados até o dia em que são implantados no útero da mulher. “As vibrações da música removem o meio de cultura em que o ovócito se encontra, produzem uma distribuição mais homogênea dos nutrientes de que necessita e evitam o acúmulo de produtos tóxicos. Tudo isso leva a uma melhora de 5% na taxa de fertilização, ou seja, nas chances de o espermatozoide fertilizar o ovócito”, aponta a Dra. Marisa López-Teijón, chefe de Reprodução Assistida do Institut Marquès e principal autora do estudar.
Reproduzir o movimento no útero foi o grande desafio. Os Laboratórios de Reprodução Assistida imitam o ambiente e as condições naturais do corpo feminino desde o momento em que um espermatozóide avança ao encontro do óvulo: reproduzem os níveis de temperatura, luz e oxigênio que existem de forma natural.
Na foto o cantor espanhol Antonio Orozco cantando na clínica para os embriões, após ser convidado para fazer um concerto particular para os mesmos. Emocionada com o amor e cuidado envolvidos além, é claro, dos estudos científicos, para ajudar os casais que buscam pelo tão sonhado bebê.
Fonte:https://www.venezuelasinfonica.com/musicoterapia-para-embriones https://www.lavanguardia.com/gente/20220401/8169520/antonio-orozco-embriones
